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Unileão estrutura política para fortalecer pesquisa científica e ampliar parcerias internacionais

Iniciativa cria condições para que estudantes e professores ampliem parcerias acadêmicas e levem a produção científica da instituição a redes internacionais.

Comunicação Institucional 08/07/2026 17:43 pm

O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) está estruturando uma política para ampliar a circulação internacional do conhecimento produzido na instituição, por meio de ações voltadas ao ensino, à pesquisa e à extensão.

Conduzida pela Coordenadoria de Pesquisa e Extensão (COPEX), a iniciativa segue as diretrizes do Projeto Pedagógico Institucional e ganha destaque nesta quarta, 8 de julho, Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico. Inclui, entre outras medidas, parcerias internacionais, mobilidade acadêmica e cooperação científica.

Segundo o professor Pedro Adjedan, que tem contribuído com essa articulação, o momento é de consolidar, institucionalmente, iniciativas que já vêm sendo desenvolvidas pela universidade.

Um exemplo ocorreu em novembro de 2025, quando a Unileão, por meio do Mestrado em Ensino em Saúde, realizou uma mesa-redonda em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O encontro reuniu pesquisadores do Brasil, da Europa, especificamente da França, Portugal e Espanha, além da América Latina, especialmente do México, para debater temas como saúde, cidadania, direitos e que resultou na publicação de um e-book com as discussões da mesa. Isso significa que a Unileão já está figurando nesse cenário da internacionalização.

A experiência serviu de base para a próxima etapa da política: transformar articulações já existentes em convênios institucionais permanentes, um processo que exige planejamento conjunto entre as universidades.

“A grande sacada da política de internacionalização é produzir conhecimento para além da questão regional e nacional, levar esses conhecimentos que são produzidos aqui para outros países. Assim, deixamos de ocupar uma posição periférica na produção de ciência para participar de forma mais ativa das redes internacionais de pesquisa, nos tornando uma IES global como aconteceu com a Mesa Redonda que realizamos e foi transmitida nos canais de comunicação da Universidade de Poitiers na França”, considera o professor Pedro Adjedan.

O que muda para a comunidade acadêmica

Com a consolidação da política, estudantes e professores passam a contar com novas possibilidades de formação e produção científica em colaboração com instituições estrangeiras.

A expectativa é ampliar o acesso a cursos complementares, programas de mobilidade acadêmica e experiências internacionais durante a graduação e a pós-graduação. Para os docentes, a política abre espaço para pesquisas colaborativas, orientação e coorientação de trabalhos científicos e participação em redes internacionais de pesquisa.

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