Unileão promove ações de combate à discriminação racial

Dia Internacional Contra a Discriminação Racial é celebrado neste sábado (21).

20/03/2020 16:23 pm - COMPARTILHE: - + Imprimir

O dia 21 de março é marcado como o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial e em todo o mundo é reforçado o combate ao preconceito. O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) tem um compromisso com causas que buscam o respeito pela diversidade e igualdade. Por meio do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) do curso de Direito, a Unileão oferece atendimento gratuito à população, tratando de casos referentes à discriminação por raça, previsto na Lei do Crime Racial, de número 7.716/89.

A Unileão também é uma das parceiras do Núcleo de Educação para a Promoção da Igualdade Racial (NEPIR/SEDEST), que colabora na construção de políticas públicas em Juazeiro do Norte nesse âmbito e oferece apoio na aquisição de estrutura para eventos educativos, como no caso da X Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, da realização do I Seminário de Promoção da Igualdade Racial e da Pauta Preta, roda de conversa mensal que acontece periodicamente sobre a temática.

A Instituição contribui, ainda, na elaboração e proposição de políticas públicas sustentáveis com participação em assento efetivo no Primeiro Conselho Municipal de Promoção à Igualdade Racial (Comira), onde é representada pelos professores Ivancildo Ferreira e Alyne Andrelyna, ambos do curso de Direito da Unileão e pesquisadores na área de Direitos Humanos.

Sobre a data

O Dia Internacional Contra a Discriminação Racial foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em memória ao “Massacre de Shaperville”, em 21 de março de 1960. Nessa data, cerca de vinte mil pessoas protestavam contra a “lei do passe”, em Joanesburgo, na África do Sul.

A lei obrigava pessoas negras a portar suas identificações, que os faziam circular dentro da cidade de forma limitada. No protesto, 69 pessoas foram mortas pelas tropas militares do Apartheid, que também feriram uma centena de outros manifestantes.

No Brasil, o combate à discriminação racial só começou a se intensificar após a Constituição Federal (CF) de 1988, que incluiu o crime de racismo como inafiançável e imprescritível.


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