Docentes participaram de capacitação sobre a CBDF, fortalecendo a atualização profissional e a formação alinhada às demandas atuais da Fisioterapia.
No último dia 6 de fevereiro, o corpo docente do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) participou do “CBDF na Prática”, realizado em Juazeiro do Norte. A capacitação profissional, voltada à atualização de fisioterapeutas acerca da Classificação Brasileira de Diagnósticos em Fisioterapia (CBDF), foi promovida pelo CREFITO-6, em parceria com o COFFITO, como parte das ações direcionadas à ampliação e consolidação do uso da ferramenta em âmbito nacional.
O objetivo principal do encontro foi orientar profissionais e instituições de ensino quanto à correta aplicação da CBDF, fortalecendo a padronização do diagnóstico fisioterapêutico e a identidade profissional da categoria.
“Ao incorporar essa ferramenta à clínica escola, às disciplinas aplicadas e aos projetos de extensão de fluxo contínuo que envolvem a comunidade, garantimos que a formação acadêmica esteja alinhada às exigências normativas e às demandas contemporâneas da profissão”, explica a coordenadora do curso de Fisioterapia, professora Gardênia Martins.
A instituição reafirma seu compromisso com uma formação alinhada às demandas reais dos serviços de saúde e às exigências do mercado de trabalho. Segundo a coordenadora, a inserção de docentes e futuros profissionais em capacitações como essa é fundamental para a atualização constante das práticas profissionais.
“Capacitações dessa natureza promovem o alinhamento das ferramentas de avaliação e diagnóstico, fortalecem o crescimento da profissão e ampliam a qualidade da assistência prestada. A inclusão da CBDF no processo formativo fortalece a identidade profissional do estudante, uma vez que se trata de um instrumento construído especificamente para o diagnóstico fisioterapêutico — uma demanda histórica da profissão. Além disso, contribui para a padronização do diagnóstico nos diferentes serviços em que o egresso poderá atuar futuramente, promovendo maior segurança, autonomia e qualidade assistencial”, destaca.
Preservar e reabilitar movimentos e funções do corpo humano.