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Fisioterapia

Antes da faculdade, Alécia conheceu a profissão de perto e teve certeza da escolha

Depois de acompanhar a rotina de uma fisioterapeuta durante a recuperação de uma lesão, a estudante de Farias Brito descobriu que era na Fisioterapia que queria construir o futuro. Na graduação, a pesquisa científica ampliou seus planos de carreira.

Comunicação Institucional 17/07/2026 11:55 am

Uma lesão no joelho levou Alécia Pereira Moraes a escolher a Fisioterapia como profissão. Durante o tratamento, a maneira como a fisioterapeuta — que também era sua amiga — atendia os pacientes e aplicava as técnicas em cada sessão despertou nela o interesse pela área. Em determinado momento, não se conteve e pediu para acompanhá-la nos estágios.

“Foi quando me encantei”, relembra.

Sem parentes na área da Saúde, Alécia ainda fez seis meses de cursinho antes de ingressar na graduação, para ter certeza de que aquela era mesmo a profissão que desejava seguir. Hoje, aos 23 anos, está no sexto semestre do curso.

Definida a carreira, veio a escolha da universidade.

“Quando eu estava pesquisando, fui para outros perfis de universidade no Instagram. E a Unileão apresentava muitas coisas: a questão de profissionais já saírem com algum emprego, a questão de residência, o nível do MEC. Alguns profissionais daqui já saem direto para uma residência, para um estágio, para um concurso…”, conta.

A escolha ganhou força depois de conhecer pessoalmente a instituição.

“Eu vim fazer uma visita e me encantei pela clínica-escola. Também minha amiga, que eu acompanhava, estudou aqui, então ela sempre elogiou bastante os professores, o nível do curso, que é bem elevado”, afirma.

A escolha também significou assumir uma rotina diária de deslocamentos. Moradora de Farias Brito, ela utiliza o transporte disponibilizado pela prefeitura e passa cerca de duas horas no trajeto até a universidade. Conciliar as viagens com as aulas e as atividades acadêmicas exigiu organização, mas não diminuiu o entusiasmo com o curso.

No início, imaginava seguir a área de Pediatria. A vivência universitária, porém, fez surgir outras possibilidades. Logo na primeira participação em um congresso científico, conquistou o segundo lugar entre 157 trabalhos apresentados. O reconhecimento despertou um novo interesse: a pesquisa.

Entre as experiências da graduação, Alécia destaca também a clínica-escola, a piscina de hidroterapia, os equipamentos utilizados nos atendimentos e os espaços destinados às diferentes especialidades. Para ela, o contato com pacientes desde os primeiros semestres aproxima os estudantes da realidade profissional.

“Às vezes a gente se sente um pouco insegura. E quando o professor chega dizendo: ‘Não, ele [o paciente] tem isso, faça isso, você viu semestre passado’, eu acho que dá tudo certo”, diz. Ela avalia o incentivo dos professores como um dos fatores que fortalecem sua confiança e contribuem para o aprendizado.

Hoje, além das disciplinas do curso, participa de um projeto de Iniciação Científica na área Cérvico-Crânio-Mandibular e integra a Liga Acadêmica de Traumatologia e Ortopedia Desportiva (LAFTOR). Ao mesmo tempo em que cresce o interesse pela Traumatologia e Ortopedia Desportiva, também amadurece o desejo de construir uma carreira na docência.

“Eu pretendo trabalhar como fisioterapeuta, mas eu também gosto muito da área da educação, do ensino. Então eu faria um mestrado, um doutorado para poder ensinar, ser professora.”

Preservar e reabilitar movimentos e funções do corpo humano.

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