A graduação integrará Inteligência Artificial às ementas do curso, com uso responsável, ético e crítico da tecnologia.
O Centro Universitário Dr. Leão Sampaio (Unileão) apresenta um novo modelo de formação que integra, de forma transversal, a Inteligência Artificial às ementas do curso de Direito. A proposta marca um avanço pedagógico e posiciona a instituição entre uma das primeiras do país a estruturar uma graduação nesta área conectada à IA, com uso responsável, ético e crítico da ferramenta.
Mais do que a adoção de novas tecnologias, a iniciativa representa uma transformação na experiência de aprendizagem. “Na instituição, a Inteligência Artificial não é tratada como um atalho ou uma solução automática, mas como uma nova camada de linguagem e análise jurídica, orientada pelo pensamento crítico, pela ética e pela responsabilidade profissional”, afirma o coordenador do curso de Direito da Unileão, Otto Cruz.
Formação que amplia competências
Para os estudantes do curso, a integração da IA funciona como um verdadeiro upgrade de competências. Os docentes passaram por capacitações específicas para atuar como arquitetos de experiências de aprendizagem, utilizando a tecnologia para aprofundar debates, qualificar análises e estimular decisões mais conscientes e fundamentadas.
A proposta pedagógica integra práticas e reflexões sobre IA ao longo de toda a graduação, com foco em uma formação jurídica sólida. Segundo o coordenador adjunto do curso, prof. Christiano Siebra, a ideia não é apenas ensinar o aluno a usar ferramentas, mas desenvolver uma nova postura cognitiva diante do Direito: “A Inteligência Artificial entra como apoio ao raciocínio jurídico, à análise crítica e à tomada de decisão, formando profissionais capazes de questionar, validar e construir estratégias com responsabilidade”.
Formação para um futuro que já começou
A iniciativa reforça o compromisso da instituição com uma formação jurídica conectada ao presente e preparada para o futuro, mantendo a excelência acadêmica e fortalecendo o papel do profissional do Direito em um cenário de constantes transformações.
Além disso, o movimento dialoga com o cenário atual do sistema de Justiça brasileiro. O Conselho Nacional de Justiça já estabeleceu diretrizes para o uso responsável de Inteligência Artificial no Judiciário, e diversos tribunais utilizam sistemas baseados em IA para triagem processual, análise de dados e apoio à tomada de decisões.
Nesse contexto, compreender criticamente essas ferramentas passa a ser parte essencial da formação jurídica contemporânea. É o que afirma o reitor da Unileão, prof. Jaime Romero: “A Unileão assume um papel de protagonismo ao integrar a Inteligência Artificial à formação jurídica. Não se trata de tendência, mas de preparar nossos estudantes para um cenário que já é realidade, com intencionalidade pedagógica e excelência acadêmica”.