Unileão felicita todas as mães da comunidade acadêmica neste dia 10 de maio

Confira depoimentos de mães que integram a comunidade acadêmica da Unileão e dão exemplo de que nada consegue parar o amor de mãe.

09/05/2020 08:42 am - COMPARTILHE: - + Imprimir

Neste ano, o Dia das Mães ganha novos sentidos. A proximidade dos filhos potencializa os sentimentos de gratidão, carinho e amor. Isso nos mostra que estar junto de quem amamos é o que realmente importa. Ainda que em alguns casos o contato tenha que ser intermediado pela tecnologia, amor de mãe ultrapassa qualquer fronteira.

As barreiras são muitas em tempos de pandemia. Mães estão se reinventando para conciliar o trabalho ou estudo ao tempo em casa com os filhos. Se apenas a data e tudo que elas passam para oferecer o melhor futuro às crias já são motivos de sobra para parabenizá-las, a postura delas no atual cenário não deixa dúvidas de que são verdadeiras heroínas e, por isso, merecem todo o reconhecimento.

Neste dia 10 de maio, o Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão) parabeniza todas as professoras, alunas e colaboradoras da Instituição que são mães e que, mesmo diante de desafios, não deixam de buscar a realização de seus sonhos e de se dedicar a um futuro melhor para os seus filhos.

Confira abaixo depoimentos de mães que integram a comunidade acadêmica da Unileão e dão exemplo de que nada consegue parar o amor de mãe:

Nadyelle Diniz, auxiliar da Coordenação de Psicologia e gestante de Dyllan (33 semanas).

O que muitos não falam da gestação são as dores e os incômodos, tudo muda na vida da mamãe e de todo grupo familiar. Brinco que a gestação real é bem diferente, mas a gente aprende e até se acostuma com essas mudanças. Aprende e se adapta por amor e pelo desejo de tê-lo entre nós, que é bem maior. A gestação está se finalizando em meio à pandemia, que trouxe incertezas e mudanças para todo mundo. Medos que envolvem a nossa saúde, o próprio parto e o futuro. Mas, tenho certeza que estaremos bem melhores como seres humanos quando tudo isso passar e meu pequeno Dyllan será mais um guerreiro que estará mudando nossa história. Já eu e minha mãe, vamos ter que nos adaptar, pois tenho uma relação muito próxima com ela de estarmos sempre nos encontrando, principalmente em uma data comemorativa tão significativa. Então, utilizaremos dos métodos tecnológicos para mantermos nossa tradição de estarmos próximas, mesmo que distante. O sentimento de amor só aumenta.

Profa. Ana Carla Teixeira, integrante do Comitê Pedagógico, Coordenadora do Núcleo de Atendimento dos campi Saúde e Lagoa Seca e mãe de Pietra, 6 anos, e Emmanuel, 1 mês.

A maternidade é um dos pontos centrais da minha vida. Ser mãe foi a realização de um sonho. Mas um sonho que vai além do prazer. Uma jornada de lutas diárias, repleta de conquistas e derrotas. Uma missão linda, mas difícil. O dia das mães pra mim é marcado de significados: felicidade enquanto mãe e tristeza enquanto filha, pois já não tenho mais a minha mãe comigo há 6 anos. Esse ano, especialmente por conta do isolamento social ao qual estamos vivenciando, espero desfrutar aproveitando e agradecendo, pois estou aprendendo que cada minuto é único, precioso e não pode ser desperdiçado.

Ana Joyce, aluna de Enfermagem e mãe de Ana Esther, de 10 meses.

“Eu e meu esposo nos conhecemos na Unileão, no Junileão de 2018, e foi tudo muito rápido. Em outubro, descobrimos que estava grávida, tivemos todo apoio do mundo, e eu não desisti da faculdade em nenhum momento. O 3º semestre foi o mais complicado, porque tinha muitas aulas práticas, tinha que ir para laboratório quase todo dia. No tempo das AV2, eu fazia intercalado com a minha turma e a turma da noite, para não atrasar o curso. Enfim, Ana Esther nasceu e eu voltei às atividades na faculdade em tempo igual aos demais, não atrasei um dia. Mas, com muita dificuldade, pois ela era muito novinha e totalmente dependente de mim. Eu acordava cedinho pra desmamar e deixar o leite dela. O tempo foi passando, ela foi crescendo e a luta só continua, porque quanto mais cresce, mais agitação. Graças a Deus tem dado tudo certo e estamos aí firmes e fortes.”

Profa. Márcia Teotônio, coordenadora do curso de Serviço Social e mãe de Kalil, de 16 anos, e Mariana, de 12 anos.

“Sempre ouvi que ser mãe é ‘padecer no paraíso’. Mas, quando ocupei o lugar de mãe, vi que isso é uma meia verdade. Não se padece no paraíso! No paraíso ninguém sofre, chora, tem medo, raiva ou ansiedade. Lá só há espaço para felicidade plena. Está aí a meia verdade: ser mãe é ter medo de não dar conta da tarefa de criar e educar; é chorar quando eles adoecem; é ter raiva quando tiram nota baixa. Mãe nem é anjo nem santa. Mas ser mãe nos enche de uma força que não tem como explicar, só sentir. Somos capazes de mover o mundo, o universo inteiro. Enfrentamos tudo para defender e proteger uma cria. Somos de tudo muito: professora, motorista, cozinheira, médica, cientista… somos mãe. Há dias de exaustão, raiva, mas, se pudéssemos voltar no tempo e escolher, a escolha seria por tê-los. Talvez seja isso o paraíso: tê-los!”

Maria Erlane, auxiliar em saúde bucal da Clínica-Escola de Odontologia e mãe de Edson Guilherme, 2 anos e 3 meses.

“O amor de mãe é o mais puro, verdadeiro e generoso que se pode sentir. Amor gratuito, infinito e incansável, não há nada mais gratificante que ouvir a palavra mãe. Maternidade para mim é um sonho realizado. Nesse Dia das Mães, já que estamos no momento de isolamento social, será um dia diferente, mas tem que ser comemorado com o mesmo amor. Já que não podemos dar um abraço caloroso pessoalmente, vamos abraçar com o coração. Lembre-se do cheiro de uma rosa perfumada e lembre-se da sua mãe, sinta o amor e o calor de um abraço feliz como se estivesse com ela, sinta o amor verdadeiro e precioso que temos na nossa vida.”

Sobre a data

A comemoração do Dia das Mães surgiu em maio de 1908, nos Estados Unidos. Anna Jarvis sofria por ter perdido sua mãe e, por isso, decidiu organizar um culto religioso para homenagear e expressar a importância da figura materna.

A iniciativa ganhou notoriedade do então presidente do país, Woodrow Wilson, que instituiu a celebração da data, anualmente, no segundo domingo do mês de maio. No Brasil, a celebração foi oficializada em 1932, pelo presidente Getúlio Vargas. Desde então, passou a ser comemorada como nos Estados Unidos.


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