Edição reafirmou não apenas o compromisso da Unileão com a formação científica, mas também o orgulho de uma trajetória construída coletivamente.
O 11º Congresso Caririense de Biomedicina da Unileão, realizado entre os dias 12 e 14 de novembro, marcou uma edição simbólica para o curso e para toda a comunidade acadêmica. Além de uma programação intensa e recorde de 125 trabalhos aprovados, o evento celebrou os 20 anos de autorização do primeiro curso de Biomedicina do Ceará, reconhecido nacionalmente pela conquista da nota máxima no Enade.
O primeiro dia de programação, 12 de novembro, foi dedicado inteiramente aos minicursos pré-congresso, que abriram o evento com vivências práticas e troca de experiências entre docentes e estudantes. No dia seguinte, 13 de novembro, o congresso teve sua mesa oficial de abertura no Auditório do Bloco E.
Na ocasião, a professora Bruna Soares celebrou uma conquista histórica: “Este ano tivemos um motivo especial para celebrar: batemos o recorde de trabalhos submetidos. Foram 125 resumos aprovados, envolvendo mais de 150 pesquisadores. Isso passa a mensagem da dedicação, da curiosidade e do empenho de vocês na realização desses trabalhos”, afirmou.
Já a coordenadora do curso e presidente da comissão organizadora, professora Ana Ruth, destacou o carinho e o propósito que movem o congresso a cada edição.
“É sempre um motivo de muito orgulho realizar um congresso como esse, que sei que é muito aguardado. A partir do terceiro semestre, a gente sente que vocês ficam esperando novembro chegar para viver experiências que podem direcionar – ou mudar – o rumo do que pensavam quando escolheram Biomedicina. Para os estudantes do primeiro e segundo semestre, desejo que esta primeira experiência tenha tanto peso quanto as demais, que seja algo realmente transformador”, afirmou.
Em sua fala, a professora também fez questão de agradecer aos estudantes, professores e equipes envolvidas. “Muito obrigada por sempre comprarem nossas ideias, por participarem dos nossos eventos. Obrigada aos professores que ministraram minicursos fantásticos, à comissão científica que avaliou os trabalhos com agilidade e aos docentes que estão aqui hoje. A gente não faz um curso sozinhos: são muitas pessoas trabalhando para que a gente consiga um resultado que eu tenho orgulho de dizer que é a cara da Biomedicina do Cariri”, destacou.
A primeira palestra da programação foi ministrada por Thially Braga, egressa da primeira turma de Biomedicina da Unileão e atualmente docente do curso de Medicina da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Picos. Ela recebeu uma homenagem antes de iniciar sua fala e, visivelmente emocionada, revisitou sua trajetória acadêmica e pessoal.
Thially relembrou sua formação, que incluiu especialização, mestrado em Microbiologia Médica e doutorado em Biotecnologia, Microbiologia e Parasitologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), além da experiência como docente da própria Unileão.
Em seu relato, Thially destacou o quanto a escolha pela Unileão mudou o rumo da sua vida. “Há 20 anos eu estava iniciando essa trajetória marcada pelo pioneirismo. Tinha objetivos muito claros, fui me construindo ao longo do curso, aperreando um e outro – praticamente todos os professores (risos). Eu tive uma formação que não encontraria em outros lugares, e se eu consegui, vocês também podem. Não existem atalhos, mas existem infinitas possibilidades”, disse.
O congresso foi encerrado com a entrega das premiações na tarde da última sexta-feira, dia 14. Foram anunciados os três melhores trabalhos avaliados, o professor destaque científico, a liga acadêmica de maior impacto científico e, ainda, concedidos certificados de menção honrosa aos dez trabalhos com melhores avaliações.
A edição reafirmou não apenas o compromisso da Unileão com a formação científica, mas também o orgulho de uma trajetória construída coletivamente – entre estudantes que abraçam desafios, professores que se dedicam e um curso que chega aos seus 20 anos ainda mais forte e inspirador.
Ciência, saúde e diagnóstico em função da qualidade de vida.